Viu um problema na rua? Registra em 30 segundos.
Aponte no mapa, mande a foto e guarde o protocolo. Quem conserta é a prefeitura, no prazo dela; o que você leva em segundos é registrar, com data e com um número que ninguém apaga.
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Exemplo de tela
O catálogo tem 22 tipos de problema, em 7 grupos: vias e calçadas, iluminação, limpeza, água e esgoto, áreas verdes, espaços públicos e um último para o que não cabe em nenhum deles. Cada prefeitura liga e desliga o que ela atende, e a lista que você vê é a da sua cidade.
Três passos. Zero fila. Zero protocolo perdido.
Aponte no mapa
O alfinete é quem decide a cidade do chamado, e não o que você digitou nem o que o celular informou: o servidor confere o ponto contra a malha municipal do IBGE antes de gravar.
Descreva e mande a foto
Escolha o tipo de problema no catálogo de São Paulo, escreva o que está acontecendo e mande até três fotos. Sem sinal, o chamado fica guardado no aparelho com as fotos e sai sozinho quando a internet volta.
Confirme o canal e receba o número
O contato é pedido só no fim, quando o chamado já está montado, e é um só. Chega um código de seis dígitos, você confirma, e o protocolo sai na hora com data.
O seu chamado anda à sua vista.
Recebido, em análise, em andamento, resolvido. Cada passo aparece com data e com autor, e nenhum deles se apaga: alterar ou excluir um passo é proibido dentro do próprio banco de dados. Corrigir é acrescentar, à vista de todos.
Resolvido sem resolver se contesta. Por 7 dias depois de a prefeitura marcar como feito, o seu chamado mostra “Não foi resolvido?”: você escreve o motivo e ele reabre, com o mesmo protocolo e a trilha inteira de antes.
O seu número sai quando você enviar.
As letras são a sua cidade, São Paulo fica SAOP; o 2026 é a fila daquele ano, que recomeça em janeiro; e o fim é a sua posição nela, que só existe depois do envio.
Cidades de nome parecido calculam as mesmas letras, e o prefixo é de quem abrir o primeiro chamado: a placa mostra a forma do número, não uma promessa.
- RecebidoChegou na fila da prefeitura e ninguém mexeu ainda.Você
- Em análiseA ouvidoria decide para qual secretaria o chamado vai.Prefeitura
- Em andamentoEstá com a secretaria responsável.Prefeitura
- ResolvidoA prefeitura marcou como feito, e a sua parte não acabou aqui.Prefeitura
Dez vizinhos, um chamado só
Achando chamado aberto do mesmo tipo pertinho do seu ponto, o app oferece apoiar o que já existe. Dez linhas iguais viram um chamado com dez apoios, que a prefeitura consegue priorizar.
Um endereço que abre sem senha
Chega um endereço só daquele chamado, que abre sem login no celular de qualquer um e mostra só situação e trilha: nunca a sua descrição, nunca a sua foto, nunca o ponto no mapa.
Vale antes da prefeitura entrar
Se a prefeitura de São Paulo ainda não usa o sistema, o chamado fica guardado com protocolo e data, sem prazo e sem ninguém da prefeitura recebendo nada. Quando ela entrar, ele vai junto.
Não é promessa. É como o sistema é feito.
Três decisões de arquitetura que você pode conferir, não três intenções.
A cidade do chamado é decidida pelo ponto no mapa, conferido contra a malha municipal oficial do IBGE na hora de gravar. Não é pelo que você digitou, nem pelo que o celular diz ser: o servidor confere de novo e ignora a cidade que vem do aparelho.
O histórico não se apaga. Alterar ou excluir um passo do chamado é proibido dentro do próprio banco de dados, por permissão retirada do sistema, e não por promessa de quem programou. Corrigir um erro é acrescentar um passo, à vista de todos.
Entra por e-mail, sem instalar nada, com um código de seis dígitos. E sem sinal o chamado não se perde: ele fica guardado no seu aparelho, com as fotos, e sai sozinho quando a internet volta.
Perguntas rápidas
O MinhaCidade já está funcionando?
Sim: o sistema está no ar e você pode abrir um chamado hoje, pelo navegador do celular, sem instalar nada. E tem uma parte que não depende de nós: nenhuma prefeitura assinou o MinhaCidade ainda, então o seu chamado fica guardado com protocolo e data, sem prazo de resposta, até que a prefeitura da sua cidade entre. Se ela entrar, o seu chamado vai junto, com a data em que você abriu.
Dá para abrir chamado anônimo?
Não, e é melhor você saber disso antes de começar. Para abrir um chamado é preciso confirmar um canal, por e-mail, com um código de seis dígitos. É o que impede encher a fila da prefeitura com relato inventado, e é por onde você fica sabendo que o seu chamado andou. O nome, esse sim, é opcional: dá para abrir chamado sem dizer como você se chama.
Preciso instalar algum aplicativo?
Não. O MinhaCidade abre no navegador do celular, pelo endereço, como qualquer site. Se você quiser, dá para guardar o atalho na tela de início e ele passa a abrir como um app, mas isso é escolha sua e não muda nada do que funciona.
Quanto custa para mim?
Nada. Quem contrata o MinhaCidade é a prefeitura. Para o munícipe não existe cobrança, não existe assinatura e não existe anúncio na tela.
E se eu abrir o chamado e a prefeitura não fizer nada?
A gente não tapa buraco, e não vai dizer que tapa. O que o MinhaCidade garante é que o seu pedido existe: com data, com protocolo e com uma trilha que ninguém apaga, inclusive quando ela fica parada. Na cidade cuja prefeitura já usa o sistema, esse registro mostra que o pedido chegou, quando chegou e o que foi feito dele, e é isso que você leva para a ouvidoria ou para a câmara de vereadores. Na cidade que ainda não usa, ele guarda a data e o conteúdo do que você pediu, de um jeito que ninguém reescreve, para você cobrar no dia em que a prefeitura entrar. O que ele não é, em nenhum dos dois casos, é prova de que a prefeitura foi notificada: quem notifica é o sistema quando ela está dentro dele.
A prefeitura vê o meu telefone?
Só o servidor que tem permissão para isso, só quando ele pede para ver, e a tela avisa antes que esse acesso fica registrado. O contato é guardado cifrado, e aparece só o canal que você confirmou: quem entrou por e-mail não tem telefone nenhum guardado para alguém mostrar.
Minha casa fica na divisa. Como o sistema sabe de quem é o buraco?
Pelo ponto no mapa, não pela cidade que você escolheu no app. O alfinete é conferido contra a malha municipal oficial do IBGE na hora de gravar. Se ele caiu na cidade vizinha, a tela diz qual é e oferece trocar, em vez de mandar o seu chamado para uma prefeitura que não pode fazer nada ali.
Cada relato no setor certo. Cada resposta visível.
O que o munícipe manda cai numa fila com prazo por categoria, já com foto, localização conferida e tipo de problema. A ouvidoria encaminha, a secretaria responde, e o munícipe acompanha pelo mesmo protocolo que recebeu no celular. Nenhuma prefeitura enxerga dado de outra: isso é regra do banco, com segurança por linha forçada.
Como isso começa na sua cidade
- A primeira cidade entra conversando, não preenchendo proposta de licitação. O sistema existe inteiro; o que falta é rodar na rotina de uma ouvidoria de verdade.
- Não precisa de servidor nem de instalação. É serviço na internet, acessado pelo navegador. O que precisa é de quem responda pela ouvidoria, do catálogo de tipos de problema com o prazo de cada um (a gente chega com um ponto de partida) e de quem é o responsável por secretaria.
- Não existe preço publicado, e esta página não vai inventar um. O combinado é fechado na conversa, olhando o tamanho da cidade e o que a prefeitura quer ligar. Para o munícipe não há cobrança em nenhum cenário, e isso não está em discussão.
Sua rua não vai se consertar sozinha.
O sistema está de pé: a fila, o mapa, a confirmação do canal, a trilha que não se apaga e o protocolo definitivo. Os fluxos ainda estão em validação e nenhuma prefeitura assinou ainda, então abra o seu chamado sabendo disso.
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Grátis para o munícipe · nenhuma prefeitura assinou ainda, nem a de São Paulo (SP) · seus dados sob a LGPD